sábado, 6 de março de 2010


Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma lembrança boa de voçê,uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo. Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para voçê, e para mim. Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem voçê nem eu somos DESCARTÁVEIS.


(Caio Fernando de Abreu)

Nenhum comentário:

Postar um comentário